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Mulheres e motocicletas: quebrando estereótipos sobre duas rodas

março 31, 2023

As motocicletas têm sido historicamente um território dominado principalmente por homens. No entanto, cada vez mais mulheres estão a decidir quebrar os estereótipos de género e entrar no excitante mundo das duas rodas.

Mulheres e motocicletas



O crescimento da presença feminina no mundo das motocicletas

Nos últimos anos, a participação das mulheres no motociclismo tem registado um crescimento notável. Seja como amadoras, pilotos profissionais, engenheiras ou empreendedoras, as mulheres estão conquistando um espaço que antes parecia reservado exclusivamente aos homens. Cada vez mais mulheres estão interessadas nas motocicletas como meio de transporte, modo de vida e expressão de liberdade e personalidade.



Pioneiros na pista


Mulheres como Laia Sanz, María Herrera ou Ana Carrasco, pilotos espanholas de motocross e velocidade, mostraram que as mulheres também podem ter sucesso nos desportos motorizados. Estas pioneiras, juntamente com muitas outras em todo o mundo, abriram caminho para que mais mulheres competissem e trabalhassem na área do motociclismo.

Ana Carrasco

Ana Carrasco

Ana Carrasco Gabarrón (nascida em 10 de março de 1997 em Múrcia, Espanha) é uma motociclista espanhola que fez história no mundo das competições de velocidade. Carrasco é conhecida por ser a primeira mulher a vencer um campeonato mundial sozinha em uma competição de velocidade, feito que alcançou em 2018 ao vencer o Campeonato Mundial de Supersport 300.



Início de carreira e estreia na Moto3:
Ana Carrasco iniciou a sua carreira no motociclismo ainda jovem, disputando campeonatos nacionais como a Taça de Espanha de Velocidade e o Campeonato Mediterrâneo de Velocidade. O seu talento nas pistas não passou despercebido e, em 2013, estreou-se no Mundial de Moto3, tornando-se a terceira mulher a competir nessa categoria. Carrasco competiu na Moto3 durante várias temporadas, embora sem obter resultados notáveis.


Salte para Supersport 300:
Em 2017, Ana Carrasco fez a transição para o Mundial de Supersport 300, categoria nova na época. Foi nesta categoria que Carrasco fez história: em setembro de 2017, conquistou a primeira vitória no circuito de Portimão, em Portugal, tornando-se a primeira mulher a vencer uma corrida a solo num campeonato mundial de velocidade.



Campeonato Mundial:
O ponto alto da carreira de Carrasco veio em 2018, quando se sagrou campeã mundial do Supersport 300. Ela venceu duas corridas e somou um total de 93 pontos, vencendo por pouco as rivais. Esta vitória foi um marco na história do motociclismo, pois nunca antes uma mulher tinha vencido um campeonato mundial solo numa competição de velocidade.

Em 2019, Ana Carrasco continuou competindo na categoria Supersport 300, mas não conseguiu manter o título. A temporada 2020 foi mais complicada devido a uma lesão nas costas sofrida em um acidente durante um treino. Porém, Carrasco se recuperou e voltou a competir em 2021, mostrando sua resiliência e determinação.



Relevância e legado:
Ana Carrasco é uma figura inspiradora do motociclismo e uma referência para muitas mulheres que aspiram competir neste desporto. O seu sucesso e perseverança provaram que as mulheres podem atingir os mais altos níveis de competição no motociclismo e abriram caminho para uma maior participação e representação feminina no desporto.

Maria Herrera

Maria Herrera

María Herrera Muñoz (nascida em 26 de agosto de 1996 em Oropesa, Toledo, Espanha) é uma motociclista espanhola que competiu em diferentes categorias do Campeonato Mundial, incluindo Moto3 e MotoE. Com seu talento e habilidade, Herrera se tornou uma referência para as mulheres no mundo do motociclismo de velocidade.



Início de carreira e sucesso no campeonato nacional:

María Herrera iniciou a sua carreira no motociclismo ainda jovem, competindo em campeonatos nacionais e regionais em Espanha. Em 2013, alcançou um marco ao vencer uma corrida do Campeonato Espanhol de Velocidade (CEV) na categoria Moto3, tornando-se a primeira mulher a vencer uma corrida nesse campeonato. Seu sucesso no CEV chamou a atenção das equipes do Campeonato Mundial.



Campeonato Mundial de Moto3:

María Herrera estreou-se no Campeonato do Mundo de Moto3 em 2013 como piloto convidada no Grande Prémio de Aragão. Em 2015, saltou a tempo inteiro para o Campeonato do Mundo de Moto3. Durante sua passagem pela Moto3, Herrera competiu em várias temporadas e alcançou alguns resultados notáveis, como o nono lugar no Grande Prêmio da Alemanha em 2016. Embora não tenha alcançado pódios, seu desempenho na pista mostrou sua capacidade de competir no nível mais alto no motociclismo.


Transição para MotoE:

Em 2019, María Herrera fez a transição para o Mundial de MotoE, categoria nova na época, na qual competem motos elétricas. A decisão de ingressar na MotoE permitiu a Herrera continuar a sua carreira no Campeonato do Mundo e participar numa categoria inovadora e sustentável. Na MotoE, Herrera tem mostrado desempenho consistente e alcançado resultados na zona de pontos em diversas ocasiões.



Relevância e impacto:

María Herrera é uma figura importante do motociclismo e a sua presença no Campeonato do Mundo tem contribuído para aumentar a visibilidade e representação das mulheres neste desporto. Apesar dos desafios e da competição no mundo do motociclismo de velocidade, Herrera provou que as mulheres podem competir ao mais alto nível e inspirou uma nova geração de motociclistas a seguir os seus passos no desporto.

Desafios e estereótipos



Apesar dos avanços, as mulheres que optam por ingressar no mundo das motocicletas ainda enfrentam preconceitos e estereótipos de gênero. Alguns destes desafios incluem a falta de representação feminina na indústria, a escassez de equipamentos e roupas concebidos especificamente para mulheres e o estigma social associado às mulheres motociclistas. É essencial continuar a trabalhar para quebrar estas barreiras e promover uma cultura de igualdade no motociclismo.

Mulheres e motocicletas



O impacto na indústria e na sociedade



A crescente presença de mulheres no ramo de motocicletas está provocando uma mudança positiva no setor. Os fabricantes começaram a desenhar motocicletas e acessórios voltados especificamente para o público feminino, e as marcas estão investindo em campanhas publicitárias que tenham as mulheres como protagonistas. Estas mudanças não beneficiam apenas as mulheres motociclistas, mas também enriquecem e diversificam o mundo do motociclismo como um todo.



Conclusão



As mulheres estão mostrando que não há limites nem fronteiras no mundo das motocicletas. À medida que mais mulheres se juntam à comunidade de motociclistas e fazem valer os seus direitos, elas quebram estereótipos e constroem um futuro mais igualitário e inclusivo. É fundamental continuar a apoiar e incentivar a participação feminina no motociclismo, para que as mulheres possam continuar a desfrutar da liberdade, paixão e adrenalina que as duas rodas oferecem.

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